Núcleo Regional da Anjos do Brasil faz segundo encontro com investidores

Programação incluiu palestra com Ana Luiza Ferreira, gestora do fundo Criatec 2, e uma rodada de apresentações com startups locais

 

 

O Núcleo Regional da Anjos do Brasil em Pernambuco, instituição que procura fazer a ponte entre investidores individuais e negócios nascentes de base tecnologia, realizou o segundo encontro com seus integrantes. Na programação, palestra com Ana Luiza Ferreira, gestora do fundo de investimentos Criatec 2, e uma rodada de apresentações de startups para os investidores. Cinco startups, previamente selecionadas, participaram do evento que aconteceu no último dia 28 de maio, no auditório do Apolo 235, no Bairro do Recife, com o apoio das entidades do ecossistema (SoftexRecife, Assespro, Seprope, Porto Digital e Manguez.al).

 

A gestora do Criatec falou, no encontro, sobre a importância do investimento anjo na trajetória das empresas nascentes e o reflexo dessa ação para negócios alcançarem mais tarde o Venture Capital (VC). “Buscamos compartilhar informação e conhecimento para melhorar a ação dos investidores e das startups. Ana Luiza mostrou a relevância do investimento anjo para a pauta dos VCs. O angel money entra numa fase mais inicial do negócio, ajuda o empreendedor a escalar, fazer os primeiros faturamentos e ganhar tração. É depois disso que entra o seed money e o venture capital”, pontuou Yves Nogueira, um dos líderes do núcleo da Anjos do Brasil no Estado.

 

Na rodada de exposições dos empreendedores, cinco de doze startups inscritas fizeram pitches. “No primeiro encontro, recebemos seis propostas de apresentações. Dessas, aceitamos ver quatro. Hoje, uma startup segue evoluindo no diálogo com um grupo de investidores. Já nesta edição, dobramos o número de inscrições e selecionamos seis empresas. Isso é um processo natural. As startups começam a tomar conhecimento e mais empreendedores passam a submeter seus projetos”, comentou Nogueira.

 

A seleção de startups para se apresentar em encontros regionais da Anjos do Brasil segue o mesmo rito em todo país. Os interessados devem submeter seu plano de negócio na plataforma Gust. A partir daí, o time da instituição em São Paulo faz um filtro inicial e conversa com os líderes do núcleo regional, que conjuntamente decidirão quem se vai apresentar no encontro. “Esse filtro identifica se aquele empreendedor pela trajetória e pelo plano de negócio está minimamente estruturado com as informações que o investidor-anjo vai precisar para tomar decisões”, explicou Nogueira, ressaltando que esses dados são sobre a formação do time, faturamento, produto, crescimento, entre outros.

 

Núcleo Regional – Criada em março deste ano, a unidade pernambucana da rede iniciou os trabalhos com um grupo de cinco membros e hoje conta com 16 integrantes. A meta é chegar ao final do ano com um total de 30 interessados em apoiar financeiramente os empreendedores locais, assim como em dedicar parte do seu tempo para ajudá-los a desenvolver as suas companhias inovadoras. O núcleo é o segundo instalado no Nordeste e 11º, no país. Com a chegada da representação regional, a expectativa é difundir ainda mais a cultura do investidor-anjo (pessoas físicas com patrimônio que se dedica a fazer aporte em negócios promissores em troca de pequena participação acionária) e aproximar as startups dessas pessoas.

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