Usina Petribú aposta em soluções inovadoras do ecossistema de TIC de Pernambuco

Mais de 30 pessoas, entre executivos e gestores da companhia, deixaram suas tarefas diárias para mergulhar num Match Day promovido pelas entidades do polo tecnológico

A Usina Petribú – considerada a mais antiga em operação no Brasil – viu no ecossistema de TIC de Pernambuco uma janela de oportunidade para potencializar a sua operação com o uso de tecnologias inovadoras. No último dia 19 de março, mais de 30 pessoas, entre executivos e gestores de diferentes áreas da companhia, deixaram suas tarefas diárias para participar de um Match Day. A agenda coorporativa, organizada pelo SoftexRecife, Porto Digital, Assespro PE/PB, Seprope e Manguez.al, fez a comitiva mergulhar por quase 9 horas no universo do parque tecnológico, com tour pelo polo, keynote, painéis, picthes de empresas de TI e de Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs).

Segundo o CEO da Usina, Jorge Petribú, a companhia está adotando estratégias de inovação para se tornar mais competitiva e ganhar eficiência em diversas áreas. “Queremos modernizar a nossa indústria investindo em tecnologias que gerem ganhos de produtividade e eficiência, assim como tenham baixo custo. Nós já adotamos algumas soluções de empresas de outros estados, mas agora queremos aproveitar as oportunidades oferecidas por empresas daqui, de Pernambuco”, disse o executivo, ressaltando que a competitividade existente no mercado em relação ao açúcar, um dos principais produtos comercializados pelo grupo.

Com mais de 290 anos de história, a usina Petribú atua hoje nos segmentos de açúcar, etanol, eucaliptocultura, bioeletricidade e gases renováveis, sendo considerada uma das maiores do Nordeste. Para serem mais assertivos no encontro com ecossistema, os representantes da instituição pontuaram antecipadamente mais de 100 temas de interesses para a adoção de tecnologia, em maior ou menor escala. “Buscamos software para facilitar o fluxo de informação, inteligência em sistemas de logística de transporte, as tecnologias embarcadas e outras soluções que agreguem valor aos nossos produtos e processos”, detalhou o gerente de Desenvolvimento Organizacional da Petribú, Arnaldo Cesar.

A programação do Match Day teve início, pela manhã, no auditório do Apolo 235, localizado no Bairro do Recife. Houve palestra sobre a história, áreas de atuação e perspectivas do Porto Digital, além de painel sobre o ecossistema de TIC, seus atores e conexões. Já o conselheiro e um dos fundadores do Porto Digital, Cláudio Marinho, comandou o keynote sobre Open Innovation. Três ICTs também fizeram pitches sobre suas atividades, projetos e as oportunidades existentes junto à iniciativa privada. Dessa atividade participaram: CIn (UFPE), Instituto de Inovação Tecnológica da Universidade de Pernambuco (IIT-UPE) e o Instituto SENAI de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TIC).

Após as exposições, a comitiva da Petribú visitou as instalações da Jump, do Coworking, do Laboratório de Objetos Urbanos Conectados (L.O.U.C.O) e do CESAR. O encontro com os representantes das empresas consolidadas de TI e startups aconteceu à tarde. Dezessete companhias foram detalhar suas soluções inovadoras no evento. Cada organização teve cinco minutos para falar sobre seus serviços, produtos, diferenciais e experiência na área, e mais três minutos para tirar dúvidas. Os pitches foram das empresas: Capyba, Procenge, Uniq Branding, Agile Ecommerce, Xarx, Hive.cloud, Outsystems, Passarelli, In Forma, Pickcells, Corptech, Avantia, SW Quality, Hephaenergy, Segsat, Joy Street e OnCase.

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