Hands-on mostra como a dar voz a um Chatbot

Capacitação buscou disseminar o conhecimento sobre tecnologias que dispensam o toque na tela ou no teclado e são tidas como uma tendência, chamada de hands free

Depois de promover vários treinamentos sobre chatbots para interação por escrito, agora foi a vez de mostrar como incluir voz ao serviço. No último dia 19 de março, as entidades do ecossistema de TIC da capital pernambucana (SoftexRecife, Porto Digital, Assespro PE/PB, Seprope e Manguez.al) realizaram um Hands-on focado em como criar na prática um produto com essa aplicação. O objetivo foi disseminar o conhecimento sobre tecnologias que dispensam o toque na tela ou no teclado e também são uma tendência, chamada de hands free, ou “mãos livres”. Hoje no mundo, 20% das buscas no Google já são feitas com assistente de voz.

O treinamento aconteceu no laboratório de informática do empresarial ITBC, no Bairro do Recife. Cerca de 20 pessoas, entre profissionais de TI e interessados no assunto, participaram da iniciativa. Ministrada por Otacílio Maia (CESAR) juntamente com Bernardo Moraes e Delando Junior (SoftexRecife), a capacitação fez o grupo colocar a “mão na massa” e desenvolver um bot usando a plataforma DialogFlow, do Google, e a Linguagem de Marcação de Síntese de Fala (SSML). Esse robô experimental de conversas era voltado para funcionar por meio de smartphones e computadores.

Para compreender bem esse universo de diálogo entre humanos e robôs, os instrutores fizeram os participantes interagirem e simularem conversas, com exemplos de perguntas e respostas a respeito de um evento fictício. “O desafio de desenvolver esses bots com voz é fazer com que eles entendam as variadas formas de um humano se expressar. Cada pessoa se comunica de modo diferente, mas com as mesmas intenções. Por isso, é necessário entendê-las e identificá-las durante os testes”, disse Otacílio Maia, ressaltando ainda a questão dos sotaques de diferentes locais e o coloquialismo usado pelas pessoas em suas falas diárias.

O DialogFlow, ferramenta trabalhada no hands-on, permite a construção de assistentes por voz integrados ao Google Assistant. Essa, entre muitas outras, são plataformas que estão iniciando uma revolução capaz de transformar negócios e mudar o modo como as pessoas se relacionam com o mundo ao seu redor, por meio de um elemento essencialmente humano: a voz. Para se ter uma ideia da velocidade com que essa nova era tecnológica deve se estabelecer em terras verde e amarela, basta observar que o Brasil é o terceiro país em uso do Google Assistant e o português é o segundo idioma mais falado, segundo dados da própria gigante de tecnologia.

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