Palestra detalha oportunidades e riscos em operações de compra e venda de serviços com exterior

Mais de 50 pessoas participaram da exposição realizada no último dia 13 de fevereiro e que teve à frente o CEO da WTM do Brasil, Lisandro Vieira

Quais as oportunidades e os riscos para empresas brasileiras realizarem operações de exportação e importação? A resposta para esta pergunta foi dada em uma palestra comandada pelo CEO da WTM do Brasil, Lisandro Vieira, no último dia 13 de fevereiro, no auditório do Apolo 235 (Bairro do Recife). Mais de 50 pessoas, entre empreendedores e colaboradores de companhias do polo de TIC de Pernambuco, participaram do evento. Organizada pela WTM do Brasil, Grupo Porto Forte, SoftexRecife, Assespro PE/PB, Seprope e Manguez.Al, a exposição abordou os desafios tributários, legais, cambiais e fiscais envolvendo a atividade.

“Quem realiza transações com o exterior, quem paga ou recebe serviços e mercadorias, precisa estar atento aos diversos aspectos que envolvem essas operações. O Brasil possui leis e processos complexos para prestar informações ao governo e seus órgãos. Se essas questões não forem bem tratadas, podem gerar uma enorme dor de cabeça para os empresários e ainda fazer as companhias perderem dinheiro com o pagamento de mais tributos do que o necessário”, argumentou Lisandro Vieira, ressaltando as diferentes regras existentes para as atividades de exportar e importar serviços ou mercadorias a partir do Brasil.

Para a plateia, o CEO da WTM apresentou de maneira didática os pontos cruciais de cada aspecto. Destaque para o risco fiscal existente nas declarações que precisam ser feitas ao Siscoserv (Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços). Criado pelo Governo Federal em agosto de 2012, o Siscoserv coleta informações sobre o comércio exterior de serviço. O objetivo dele é melhorar o conhecimento sobre as importações e exportações do segmento, além de subsidiar a formulação de políticas públicas. Por isso, é necessário que empresas prestem informações a respeito de compras e vendas de serviços ao exterior.

Viera também pontuou que é preciso estar atento aos cálculos dos tributos, pois as empresas acabam recolhendo mais que o necessário; à comprovação do fechamento de câmbio, e às leis anticorrupção e de Prevenção Contra Crimes de Lavagem de Dinheiro (PLD). Apesar de tanta burocracia, ele frisou que há ganhos financeiros com processos bem construídos, como a redução de custos tributários, melhorias de compliance e de meios de pagamentos, além da regularização fiscal. “Alguns meios de pagamentos retiram um valor muito alto do empreendedor. Por isso, é importante que as empresas conheçam os pontos de riscos e enxerguem as melhores oportunidades “, afirmou.

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