Blockchain: Encontro debate formas de ampliar aceitação de Bitcoin

Marcus Vinícius de Moraes, da Bleutrade, também apresentou a nova plataforma White Label da empresa para transação com criptomoedas

O clima era de happy hour e o local do encontro também. Foi nesta configuração – bastante informal e regado a comidinhas e bebidas – que aconteceu a segunda reunião do ano da série “Blockchain pra quê?”. O evento ocorreu no último dia 07 de fevereiro, no restaurante Mr. Hoppy, em bairro de Boa Viagem. E, não faltou público para experimentar o novo formato e debater o tema “E se todos adotassem o bitcoin?”. Ao todo, cerca de 70 pessoas compareceram ao encontro, promovido pelo SoftexRecife, Bleutrade, Assespro PE/PB, Seprope, Manguez.AL e ABCB

O meetup foi aberto pelo adviser da Bleutrade empreendimentos, Marcus Vinícius de Moraes, que apresentou a nova plataforma White Label da empresa para transação de criptomoedas. Com lançamento previsto para abril, a solução da Bleutrade oferece toda a estrutura e software digital para que empreendedores e empresas usem a tecnologia com layouts personalizados nos seus negócios. Entre os benefícios para os parceiros, ele cita o menor custo de desenvolvimento e de equipe técnica, além de um menor risco de implementação e rapidez de inserção no mercado.

“A Blue White Label é uma plataforma que facilitará a pessoas e empresas terem sua própria Exchange [um empreendimento para corretagem de criptomoedas]. Hoje nossa solução já está sendo utilizada por dois parceiros, um sediado em Recife e outro em Brasília. Temos a expectativa de iniciar a comercialização no final de abril”, disse Moraes. Ainda de acordo com ele, a plataforma prima por um formato amigável e intuitivo com o objetivo de oferece aos usuários mais acesso a oportunidades no mundo dos negócios por meio do sistema financeiro aberto.

Após a exposição, os participantes ainda debateram sobre a importância de se ampliar a aceitação de Bitcoin, tanto no mundo empresarial quanto no dia a dia das pessoas. Para aumentar a divulgação da moeda e massificar a informação, foi colocado como ponto chave a educação do público e o papel fundamental dos técnicos da área nessa tarefa. “Nós que trabalhamos com tecnologia devemos ser evangelistas do bitcoin como forma de pagamento. A adoção da criptomoeda vai passar por um processo de educação que nós, como entusiastas da tecnologia, temos que liderar”, argumentou o adviser da Bleutrade.

Atualmente, o Bitcoin já é uma moeda muito utilizada para transações internacionais devido à segurança e rapidez com que podem ser efetuados os pagamentos. Segundo Moraes, enquanto uma transação bancária tradicional poderia levar até 10 dias para ser concluída, o processo com bitcoin se daria em questões de minutos. “Os profissionais de TI já usam bastante as criptomoedas para receber pagamentos. Agora, precisamos despertar o interesse da população e dos grandes players para o uso delas. Isso afastará alguns estigmas negativos levantados pelo mercado tradicional e movimentará mais a economia”, concluiu.

Pernambuco – Além de sediar um dos mais importantes polos de tecnologia do Brasil, Pernambuco é considerado um ambiente fértil e proveitoso para a propagação das altcoins (moedas digitais). No Estado, mais de 200 estabelecimentos já aceitam pagamentos em bitcoins. Entre eles está o restaurante Mr. Hoppy, onde aconteceu o evento e a maioria dos participantes usou a mais famosa criptomoeda para quitar o consumo realizado durante o encontro.  

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