Aceleradora Idea Lunchbox apresenta boas práticas para internacionalização de negócios

As pernambucanas In Forma, Midiavox, Pickcells e Biônica também compartilharam suas experiências e jornadas fora das fronteiras verde e amarelas, durante o evento

Mirar além das fronteiras de verde e amarelas deve ser uma meta perseguida desde cedo pelas startups brasileiras de base tecnológica para a sua consolidação. Esse foi o principal recado deixado pelo Startup Globalization, evento realizado no último dia 26 de fevereiro, para disseminar visões estratégicas e a cultura do mercado globalizado junto ao Polo de TIC de Pernambuco. A iniciativa contou com a presença do venture partner da Idea Lunchbox, Vlad Donets, e de representantes das empresas pernambucanas InForma, MidiaVox, Pickcells e Biônica que falaram de boas práticas e compartilharam experiências sobre internacionalização.

Promovido pelo SoftexRecife, em parceria com a Assespro PE/PB, Seprope, Manguez.Al, CESAR e Porto Digital, o Startup Globalization reuniu empreendedores de diversas empresas locais, no Apolo 235. Vlad Donets abriu as exposições apresentando a aceleradora e falando sobre a importância, os desafios e as oportunidades existentes para as startups que põem os pés fora do país. “Internacionalização é um ato de projetar produtos e serviços de modo que eles atendam às necessidades do usuário em diversos países, ou possam ser facilmente adaptados para isso. Assim, a internacionalização traz grandes oportunidades, mas também riscos. No entanto, a longo prazo, talvez seja mais arriscado não se internacionalizar”, argumentou Donets.

Ele também apresentou o programa de aceleração da Idea Lunchbox, que dura em média seis meses e é composto pelas quatro fases. São elas: Seleção e ambientação antes da chegada aos Estados Unidos (visto e imigração); Ambientação na chegada aos EUA (adaptação em Chicago, constituição da empresa americana e planejamento); Crescimento (adaptação dos produtos ao mercado americano, investimentos, e desenvolvimento do negócio); e Launch Phase (estratégias de pitching; apresentação de possíveis parceiros, mentores e investidores).

Sobre sua experiência no Recife, Donets disse que chamou a atenção o engajado das companhias do polo de TIC em dividir seus conhecimentos com outros atores. “As empresas aqui compartilham as suas experiências de internacionalização e as lições aprendidas durante o processo. Isso é um grande diferencial e ajuda a fortalecer o ecossistema”, ressaltou. Na ocasião, as pernambucanas InForma, Midiavox, Pickcells e Biônica falaram sobre suas trajetórias na conquista de mercados externos. A InForma, por exemplo, realizou projetos e possui clientes em diversos lugares do mundo, como Cabo Verde, Angola, Chile, Estados Unidos e outros países.

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