Primeiro hands-on do ano desvenda universo dos chatbots

Iniciativa visa disseminar ainda mais o conhecimento da tecnologia dentro do ecossistema de TIC, uma vez que os chatbots são considerados uma tendência no varejo online

Construir um chatbot, a partir da ferramenta Blip.Ai, foi o foco do primeiro Hands-on de 2019, promovido pelo SoftexRecife em parceria com a Assespro PE/PB, Seprope, Porto Digital e a comunidade de startups Manguez.AL. O treinamento explorou os princípios básicos de fluxos de conversas e a implementação deles por meio da plataforma Blip.Ai. Cerca de 30 pessoas participaram da hands-on, realizado no último dia 9 de janeiro, no laboratório do empresarial ITBC, localizado na Rua da Guia, Bairro do Recife.

Este foi o sexto treinamento promovido com foco no desenvolvimento de robôs capazes de interagir com pessoas através de aplicativos de texto ou de voz. O objetivo foi disseminar ainda mais o conhecimento dessa tecnologia dentro do polo de TIC, pois os chatbots são considerados uma tendência no varejo online. “Novas empresas e profissionais entram no grupo e estavam em busca de informação sobre essa tecnologia. Por isso, decidimos fazer novos treinamentos para compartilhar o conhecimento. A expectativa é ainda fazer outros encontros, pois houve atualização de ferramentas muito usadas no mercado”, disse o instrutor do SoftexRecife, Delando Júnior.

Nesta edição, a novidade estava em explorar a plataforma Blip.Ai, que usa serviços de computação cognitiva mais conhecidas – como Watson (da IBM) e Dialogflow (da Google) – e os oferece a partir de uma interface e instrumentos mais amigáveis para usuário. “O intuito do chatbot é resolver questões simples por meio da automatização de conversas, facilitando compras, agendamentos e diversos serviços. Várias empresas já utilizam essa ferramenta, como a Magazine Luiza e a GOL, que têm atendentes virtuais. E, o Blip.ai é mais uma iniciativa que chega para facilitar a vida do desenvolvedor”, explica Júnior.

Durante o encontro, o público pôde entender a fundo o funcionamento do Blip.Ai, que permite ao usuário formatar sistemas de resposta baseadas em textos. A construção do chatbot ocorreu de forma coletiva e, quando pronto, ele foi integrado ao aplicativo Messenger, do Facebook. “Usando inteligência artificial e uma linguagem mais próxima do natural, os chatbots são capazes, mesmo que de uma forma não programada, a apreender a intenção do usuário e dar a resposta correta”, conclui Delando, destacando uma das mais significativas vantagens da tecnologia.

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