REC’n’Play se consolida e atrai mais de 15 mil pessoas

SoftexRecife foi um dos curadores da trilha de tecnologia, promovendo 13 eventos dentro do festival. Todas atividades tiveram as salas lotadas

Durante quatro dias, o REC’n’Play transformou o Bairro do Recife num grande espaço de experiências digitais, de conexões e de compartilhamento de conhecimento. Realizada entre os dias 7 e 10 de novembro, a segunda edição do evento atraiu mais de 15 mil pessoas de 19 estados do Brasil, incluindo inscritos das regiões Centro-oeste, Sul e Sudeste. No bairro histórico da capital pernambucana, o público respirou e imergiu no mundo da tecnologia, criatividade e empreendedorismo, participando de uma verdadeira maratona composta por 345 atividades, distribuídas em 20 locais e articuladas por 245 convidados de renome nacional e internacional.

O festival foi realizado pelo Porto Digital, com apresentação do Sebrae e co-realização da Ampla, tendo a parceria da Prefeitura do Recife, Accenture e Smart Networks. Também contou com apoio do SoftexRecife, Assespro-PE/PB e diversos atores do ecossistema de TIC. “O REC’n’Play – mais uma vez – trouxe o conceito de juntar todos e aproveitar a experiência de cada um. O festival permitiu a participação ativa dos parceiros de forma livre, aberta e muito positiva. A gente reagiu a essa provocação de forma positiva e tomou a responsabilidade de conduzir um pedaço. Sem dúvida, o REC’n’Play está amadurecendo e vai tomando o porte para o qual foi inicialmente pensado”, avaliou o presidente do SoftexRecife, Alcides Pires.

Da mesma forma, Leonardo Medeiros, coordenador geral do REC’n’Play, destacou que o festival cresceu e surpreendeu em público. “O balanço o foi extremamente positivo. A gente fez bom uso das lições do passado e conseguimos crescer em atividades, espaços e oportunidades para o público. Saímos de 8 mil inscritos em 2017 para 15 mil este ano. Logo no primeiro dia, muitas pessoas já compareceram nas atividades e isso nos surpreendeu”, observou. Para ele, esta edição também ajudou a consolidar um conceito próprio do REC’n’Play, descolando sua imagem de ser algo criado para substituir a Campus Party.

“No primeiro ano, havia muito a comparação com a Campus Party e foi um desafio grande apresentar o conceito completamente diferente de festival. As pessoas estavam acostumadas a estarem em locais fechados e em atividades muito passivas entre palestrantes e público. O REC’n’Play quebrou isso com eventos em sala para 30 pessoas, onde palestrantes e público interagem diretamente, além de promover shows, rodadas de negócios, oficinas no meio da rua e tantas outras coisas. Somos um festival para todas as tribos e não para uma só. Quem foi este ano ao festival já começa a identificar esse DNA diferente e vamos fortalecer isso”, afirmou Medeiros.

A programação do REC’n’Play seguiu o formato de trilhas com três grandes temas: Tecnologia, Economia Criativa e Cidades Inteligentes. Pelo segundo ano, o SoftexRecife integrou a curadoria da trilha de tecnologia e promoveu 13 eventos com assuntos ligados à inteligência artificial (visão computacional e chatbot), blockchain e modelo de teste de software. Foram mais de 16 horas de conteúdo, compartilhados gratuitamente por meio de palestras, Workshops (hands on), Keynotes, painel e mesa redonda. “O Softex produziu mais eventos e todos tiveram um público maior que na edição anterior. As salas estavam lotadas e, quando possível, abrimos espaço para mais pessoas se acomodarem”, relata Pires, descrevendo o sucesso das ações.

Das ações propostas pelo Softex, o dia temático de blockchain foi um dos grandes diferenciais desta edição do festival. Os eventos mostraram as possibilidades e as visões de futuro que envolvem a tecnologia por trás da famosa criptomoeda Bitcoin. “Assim como em 2017 promovemos várias atividades voltadas à inteligência artificial, este ano fizemos um dia dedicado a falar sobre blockchain com muito sucesso. O mais legal disso foi a participação dos associados na elaboração e na condução desses eventos”, pontuou Alcides Pires.

Open Innovation Br – Ainda na trilha de tecnologia, outro ponto auge foi o Open Innovation Br, organizado pelo NGPD e sediado no prédio da A Ponte, no dia 09 de novembro. Nele, um público ávido por tecnologia acompanhou debates, apresentações de cases e keynotes com Cláudio Marinho e Silvio Meira. O SoftexRecife integrou duas atividades do Open Innovation Br. No painel de ações de inovação aberta, o executivo técnico do Softex, Augusto Galvão, apresentou o Match Day, uma iniciativa que tem estreitado os laços entre empresas de TIC com o mercado consumidor de tecnologias. Bem-sucedida, a ação tem gerado inúmeras oportunidades de negócios para o polo.

Além disso, o instrutor da SoftexRecife, Delando Junior, apresentou o case Watson no Frevo. Trata-se de um projeto lançado na primeira edição do festival que criou três soluções digitais a partir de computação cognitiva e inteligência artificial para o Paço do Frevo. As plataformas visavam ampliar a interação entre o público e o museu. Elas foram fruto de uma parceria entre a IBM e o SoftexRecife, que coordenou os trabalhos voluntários de 15 empresas locais de tecnologia e do Cesar. Uma iniciativa inédita no Nordeste, cujas soluções levaram três meses para serem desenvolvidas.

Próxima edição – Mirando o futuro, o presidente do SoftexRecife apontou já ter um novo desafio a ser vencido para o terceiro festival. “Saímos dessa edição com uma tarefa de dar mais visibilidade aos associados no próximo REC’n’Play. Ainda não sei qual é o modelo, mas temos o desafio de produzir uma parte da trilha com esse objetivo. Será algo diferenciado para atrair a atenção dos consumidores de tecnologia das nossas empresas, ou ainda para despertar o interesse dessas companhias num processo de aproximação com o ecossistema, talvez por meio de um Match Day”, concluiu Alcides Pires.

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