Recife é sede do Innovation Impacts da Deloitte Brasil

Na programação, dois painéis envolveram bate-papos com representantes de instituições e de scale-ups do ecossistema de TIC de Pernambuco

 

O Recife foi palco, no último dia 18 de outubro, da terceira edição do Innovation Impacts, evento promovido pela Deloitte Brasil para acelerar conexões entre seus profissionais e ecossistemas de inovação. Este foi o primeiro ano que a iniciativa aportou na capital pernambucana e teve como sede o auditório do Apolo 235, no Bairro do Recife. Na programação, dois painéis envolveram bate-papos com representantes de instituições e scale-ups do polo de TIC de Pernambuco. Transmitido ao vivo pela página do facebook da Deloitte, o evento atraiu a atenção dos internautas, sendo acompanhando por mais de 1.500 pessoas.

 

“Esta é uma iniciativa inovadora e o objetivo é acelerar o tema de inovação dentro da firma com os profissionais da Deloitte, estreitando os laços de relacionamento como os ecossistemas de inovação de todo o Brasil. Fazemos três dias de evento em diferentes locais. Nesse ano, a Deloitte escolheu o Recife como um dos lugares pela notoriedade do seu ecossistema em âmbito nacional. Fazemos esse evento específico para compartilhar ideias no sentido de acelerar e motivar as discussões em relação ao tema”, disse o diretor de Risk Advisory da Deloitte Brasil, Leonardo Moraes, que atuou como mediador ao lado de Daniela Guedes Neves, secretária executiva da Prefeitura do Recife e conselheira do Porto Digital.

 

No primeiro painel, o debate abordou o surgimento desse ambiente de inovação, o contexto atual e os motivadores do seu crescimento na região. Dele, participaram Leonardo Guimarães (diretor executivo do Porto Digital), Augusto Galvão (executivo do SoftexRecife) e o diretor de startups do Governo de Pernambuco. “O Porto Digital é o resultado de uma política de interesse público bem-sucedida. Ele foi pensado com o propósito de reverter o processo de fuga de profissionais qualificados do estado, fortalecer as empresas locais e atrair players para a cidade. Foi estabelecida uma governança privada para implementar essa política. Ao longo do tempo, crescemos e nos fortalecemos”, comentou Leonardo Guimarães.

 

Já Augusto Galvão destacou a atuação parceira das entidades, como SoftexRecife, e das empresas para o fomento do ecossistema. “A missão do Softex está associada a palavra mais propagada e vivenciada aqui: conexão. Um parque tecnológico só se torna um ecossistema quando as empresas e demais atores – governo e academia – passam a se conectar e interagir efetivamente. Aqui, vivenciamos de um lado um ambiente de cooperação e de outro a competição entre as empresas. Mas ninguém está preocupado em ocultar o outro e sim em ter uma sinergia cada vez maior entre as empresas para se criar boas soluções que atendam o mercado”, pontuou.

 

O universo das scale-ups embarcadas no Porto Digital foi desvendado no segundo painel. Carlos Macedo (Executivo In loco), Caio Regis (CFO da Neurotech), Rennan Hannouche (Co-fundador da Stape), e Bira Maciel (co-fundador NeuroUp) compartilharam suas experiências de negócio e conversaram sobre o contexto e os desafios da nova economia.

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